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O RPG nada mais é do que uma nova arte de contar histórias, um híbrido de jogo e teatro de improviso no qual um dos participantes, o Narrador, cria a base de uma história que ele próprio narrará, descrevendo o ambiente e interpretando os personagens coadjuvantes, com os demais participantes, chamados de jogadores, criando cada qual um dos protagonistas da história, que eles representarão e cujas ações descreverão. O jogo ou história se desenrola de modo semelhante a uma brincadeira de faz de conta, como polícia e ladrão, com os jogadores reagindo a eventos no cenário descrito pelo Narrador, e este, por sua vez, dizendo quais os resultados das ações dos personagens, às vezes recorrendo ao seu próprio julgamento, outras às regras do jogo, que normalmente usam rolagens de dados como modo de inserir o elemento de aleatoriedade na história.
Uma crônica não tem uma duração definida: ela é dividida em sessões de jogo, que duram algumas horas de tempo real. Uma crônica é composta por duas ou mais sessões, quantas o narrador e o grupo de jogadores desejar, podendo durar algumas semanas e até anos.
O livro básico apresenta todas as informações necessárias para se jogar Vampiro: A Máscara. Futuros suplementos vão expandir questões de cenário e regras, mas apenas com o livro básico é possível jogar suas crônicas de Vampiro: A Máscara.
Vampiro: A Máscara usa dados de 10 faces (d10). O sistema funciona com parada de dados, ou seja, diversos dados, mas todos eles de 10 faces.
Não é necessário o uso de miniaturas e mapas de combate. A maioria das ações acontecem no teatro da mente. Se o grupo quiser, é possível usar mapas e miniaturas para representar o posicionamento dos personagens em cenas de combate, mas de maneira nenhuma é requisito para o jogo.
Vampiro: A Máscara é um RPG, um jogo de interpretação de papéis. Nele, o jogador assume o papel de um vampiro. Diferentemente de outros RPGs, em Vampiro: A Máscara os jogadores representam monstros, que precisam beber sangue de seus antigos semelhantes, os mortais. Trata-se de um jogo de horror pessoal, horror político e de ação moderna.
Em primeiro lugar, ler o livro todo é essencial para entender os conceitos e as regras do jogo. Em seguida, é preciso encontrar amigos para formar um grupo de jogo e iniciar uma crônica de Vampiro: A Máscara. Isso pode ser feito tanto pessoalmente entre seus conhecidos – qualquer um, seja um familiar ou colega, pode jogar Vampiro, é bem fácil e intuitivo – seja pessoalmente quanto online.
No livro você encontra tudo o que precisa para começar a jogar, desde uma descrição do mundo e da sociedade vampírica, a regras sobre como montar personagens, o grupo que eles formam (chamado coterie), um Mapa de Relacionamentos, que inclui os vampiros que os criaram (seus senhores), suas famílias mortais, contatos, inimigos e aliados, como determinar seus poderes (as chamadas Disciplinas) e regras para a resolução de ações, tanto físicas, quanto mentais e sociais. Lançamentos futuros detalharão as seitas e ambientes específicos – geralmente grandes cidades e suas populações vampíricas –, mas com o livro básico você já tem o suficiente para conduzir uma variedade de crônicas de Vampiro: A Máscara.
Vampiro: A Máscara foi o primeiro RPG a usar o mito do vampiro como uma metáfora do lado sombrio do ser humano. E ele propôs uma reviravolta inovadora, no início da década de 1990: neste RPG, você não é o mocinho, o caçador de monstros: você é o vampiro. A junção desse tema e abordagem adultos e inovadores com um enfoque também novo no mundo dos RPGs – Vampiro propunha sofisticadas histórias de horror psicológico e intrigas políticas focadas no personagem e na sua interpretação, e não a caça a tesouros e a matança de monstros em busca de pontos de experiência, comuns nos RPGs mais tradicionais – fez com que Vampiro apelasse a um público interessado não só no aspecto lúdico do jogo, mas também naqueles aspectos mais artísticos e literários. Vampiro: A Máscara, quinta edição, surgiu com a intenção de atualizar Vampiro para os nossos dias, ou melhor seria dizer, noites.